Manifesto

O próximo ativo do seu negócio pode ser sua operação de pagamentos.

Você construiu o produto, a confiança e a distribuição. Acreditamos que os pagamentos podem fazer parte do valor que você constrói.

A visão da Chargefy

O problema

Você constrói o negócio. Pagamentos também fazem parte dele.

Construir um negócio exige produto, audiência, confiança e distribuição. Você investe para conquistar clientes, melhora a oferta e trabalha para que cada venda aconteça. Mas, quando chega a hora de receber, uma parte importante dessa relação passa para uma infraestrutura sobre a qual você tem pouca influência.

É ali que se define a experiência de pagamento, quanto custa processar uma venda e como o dinheiro é dividido entre os participantes. Para quem vende todos os meses, essa camada participa de todo o faturamento. Ainda assim, costuma ser tratada apenas como uma ferramenta a contratar e uma taxa a pagar.

Acreditamos que ela merece um lugar na estratégia do negócio. Quem já movimenta vendas, reúne clientes ou influencia uma comunidade de empreendedores pode encontrar em pagamentos uma oportunidade de preservar margem, criar receita e construir algo ligado à própria marca.

Nossa visão

Quem constrói a distribuição pode construir a operação.

Um produtor conhece seu público. Uma agência participa das decisões dos clientes. Um mentor ajuda outras pessoas a criar negócios. Todos construíram relações que influenciam onde e como o dinheiro circula.

Nossa visão é aproximar a infraestrutura de pagamentos dessas relações. Permitir que quem já construiu um negócio ou um ecossistema tenha uma experiência de pagamentos com sua marca, condições comerciais próprias e participação na economia que ajuda a gerar.

Para isso, construir a tecnologia do zero precisa deixar de ser uma barreira. Você deve poder se concentrar no que conhece melhor: sua operação, seus clientes e o crescimento do seu negócio. A Chargefy existe para sustentar a camada de pagamentos que torna essa visão possível.

O produto

Sua marca na frente, com a nossa tecnologia.

A Chargefy fornece a infraestrutura para você criar e operar uma experiência própria de pagamentos. Isso reúne tecnologia para receber por Pix, cartão e boleto, checkout com sua marca, cadastro de vendedores, divisão de pagamentos entre participantes e configuração de taxas.

Na prática, uma venda acontece no seu negócio ou no de um cliente conectado à sua operação. O pagamento passa pela infraestrutura da Chargefy, com o processamento realizado por instituições parceiras. As regras configuradas determinam as taxas e a divisão dos valores. Você acompanha a operação e mantém sua marca na relação com quem usa.

O gateway, que conecta a venda ao processamento, é uma parte dessa estrutura. O que você constrói com ela é uma operação: experiência, relacionamento e modelo comercial trabalhando juntos.

Você entra com seu negócio, sua distribuição e o volume que consegue trazer. A Chargefy entra com a infraestrutura e a capacidade técnica para implantação, integrações, manutenção e evoluções previstas na parceria. Ter uma operação própria significa conduzir essa experiência sobre a nossa tecnologia, com escopo e responsabilidades definidos.

Para quem vende

Nem todo ganho de margem começa com uma venda nova.

Para o infoprodutor, a oportunidade começa no faturamento que já existe. Depois de investir em produto, tráfego e conversão, faz sentido olhar para quanto custa receber por cada venda.

Conforme o volume cresce, diferenças no custo de pagamentos passam a ter peso no resultado. Uma estrutura adequada pode preservar mais margem sobre as mesmas vendas, sem exigir mais campanhas, mais leads ou um lançamento a mais.

Essa conta precisa considerar o custo total da operação, os meios de pagamento, o parcelamento e as condições de recebimento. A economia depende desse conjunto. Nosso ponto de partida é entender se a estrutura faz sentido para o negócio que você já construiu.

Para quem reúne clientes

Sua agência pode participar do volume que ajuda a criar.

Uma agência já monetiza conhecimento, execução e relacionamento por meio de projetos, serviços e contratos. Ao ajudar seus clientes a vender, ela também participa da construção de um fluxo de pagamentos que se repete enquanto esses negócios continuam vendendo.

Quando existe influência real sobre a escolha da infraestrutura, a agência pode oferecer uma operação de pagamentos com sua marca e definir condições comerciais para os clientes que aderirem. A diferença entre a receita dessas condições e os custos envolvidos pode formar uma nova linha de resultado.

A oportunidade deve ser calculada sobre o volume que realmente pode passar pela operação. Uma carteira que fatura milhões só representa uma oportunidade concreta na medida em que seus clientes escolhem usar a solução. A proposta precisa fazer sentido para os dois lados: para a agência e para quem vai receber por ela.

Para quem constrói comunidades

Sua distribuição pode construir um ativo dentro do seu ecossistema.

Experts, professores e mentores passam anos construindo atenção e confiança. Muitas vezes, sua comunidade também é uma rede de negócios: pessoas que vendem, recebem e escolhem ferramentas a partir do que aprenderam com você.

Indicações e parcerias remuneram essa influência. Uma operação de pagamentos associada à sua marca abre outra possibilidade: transformar a distribuição em adoção de uma infraestrutura que passa a fazer parte do seu próprio ecossistema.

Quando essa operação resolve um problema real, ela pode ganhar utilidade à medida que os negócios da comunidade crescem. O relacionamento continua depois de um curso, de um evento ou de uma campanha, porque a solução participa do dia a dia de quem vende.

É nesse sentido que falamos em construir um ativo: uma operação com marca, clientes, uso e capacidade de gerar receita ao longo do tempo. Esse valor é construído com adesão, serviço e resultado. A tecnologia dá a base; a relevância para a comunidade sustenta o negócio.

Onde começa

A primeira conversa é sobre o seu negócio.

O produto é o mesmo. O motivo para ter uma operação própria muda: preservar margem, criar uma linha de receita ou aprofundar a relação com um ecossistema. Em todos os casos, é preciso existir volume próprio ou capacidade real de direcionar vendas.

Como referência inicial para esse modelo de operação, algo em torno de R$ 300 mil por mês em vendas próprias ou potencialmente direcionáveis já merece uma avaliação. Esse número abre a conversa. A viabilidade depende também dos custos atuais, da adesão esperada, das integrações e do modelo comercial.

Por isso começamos entendendo quanto você movimenta, como recebe hoje e qual parte desse fluxo consegue trazer. Depois desenhamos a estrutura, as condições e o caminho de implantação. É dessa análise que vem uma oportunidade concreta.

Você não precisa construir a tecnologia para começar a construir o ativo.

Seu negócio. Sua marca. Sua operação de pagamentos.

Chargefy por trás, sustentando a infraestrutura.

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